“No final nos tornamos as coisas que mais odiamos”

Heis que ao termino dessas frases e desta existência, vemos que algumas coisas fazem e outras não fazem sentido.
Pois estamos nos perdendo de nossos sonhos
Desencadeio em palavras o que ainda restam deles, esses sonhos que são como crianças que inspiram inocência. Porque no final nos tornamos as coisas que mais odiamos!
Apenas botando as ideias em dia.
Esse pensamento fragmentado excita ao desafio
A fio segue esse raciocínio: “Onde todos foram parar?”.
A traição a sua traição, ainda atrai tormentos… inoportunos de sofrimento
E assim continuamos na mesma falando línguas estranhas com pesados sotaques de algo que ainda não entendo, compreendo.
Com um dedo, ideias sujas a sodomia da inteligência e do comportamento
Para seguir em frente, nesse contra fluxo incessante que é existir e vivenciar
O faquir que paira corta a carne que sangra… Nesse insano despertar
A paranoia é apenas mais uma doença, que vem desse lacrimejar que escorre.
A rotina atrás de algo pode causar uma náusea.
Mas a pura ânsia de criatividade esporrou esse feito que é a vida
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Jogados nesse imenso caos coletivo que é o Universo
Um Universo onde nada faria sentido ou tudo faria sentido, tudo acontece de forma aleatória e não temos nenhuma influência sobre os acontecimentos e fatos em nossas vidas, rotinas e destinos, um lugar onde a participação individual é nula, apenas o coletivo amórfico é o que nos impulsiona a seguir ladeira a baixo, um lugar onde sonhos parecem não existir e vivendo em um estado burocrático eterno onde somos apenas números, peças e ferramentas descartáveis. E nesse raciocínio e observação niilista geral dos fatos ao final e de forma sincera nos tornamos as coisas que mais odiamos.
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Caótico mas mesmo assim ainda temos as estribeiras atreladas a esperança
Ainda não ti odeio mas precisamos de um tempo…
Tu ainda vives, ainda respiras
Anjos e demônios não possuem bocas assim anestesio aos sentimentos
O ódio excita contendas, mas o amor cobre todas as transgressões.
 
Marco Antônio
 
(“No final nos tornamos as coisas que mais odiamos” escrito originalmente em 25 de janeiro de 2017 – São Paulo)
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Obasquiat – #Mœbius

Oneiric review about the album “#Mœbius”
Artist Obasquiat by “Yeah I Know It Sucks” on the website

Yeah I Know It Sucks


Artist: Obasquiat
Title: #Mœbius
Keywords: alternative experimental avant-gardeexperiemental experimental rock free jazz noise rockSão Paulo

Obasquiat flips the switch and inserts a nice wobbling dose of under the ground funk. Let this be just the tip, as the album #Mœbius has a whole bunch of assets to cover. Most prominently are the drowsy acts of spaced out lounge bar instruments who give free jazz an intoxicated name. Somehow a scene of drunk elephants hanging half of barstools, cigarettes hanging out of the trunk while slurping out fitting Belgium beers make way into my brain when listening to this festive collection.

But it’s not all lounge material that these groovy music makers perform, they clearly recorded some much more alive and upbeat stuff too. It makes me day dream of Roosters in leather with their feathers polished, cool cats playing trumpet. Octopus-coolness rolling and slamming playfully on the drums. There is…

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“Sente no amago o ímpeto de encarar o mundo”

As vezes penso, por que esse pesar, porque ainda me importo
As minhas entranhas borbulham algo que eu nem sei de onde…
Mais pesado que uma flor, mais denso do que tu pensas de mim, receba de mim
A cabeça perdida, milhões de devaneios bons e ruins, gentileza, sutileza atitudes pouco usadas, ousado com furor fétido, exótico que escorre em arrogância pois mudamos, mas foda-se o que os outros acham, acharão ou podem achar…Assim como o rio seguimos o fluxo dos descontentes e desorientados da mesma forma como sempre fomos.
De humano que me considero as vezes só queria contato
Me desculpe pelo incomodo.
Meu estomago dói, porque está carregado desta droga que ainda insiste em pairar no ar (fétido) que respiro, inspiro e transpiro exalando esse cheiro que impregna na pele profundamente tem sabor amargo, metálico, zinco, carboidrato, sujo eis me aqui a cuspir o sangue sem ao menos saber se o amor realmente existe, sem saber qual o sentido disso tudo e da vida que tanto e tantas vezes recusamos senti-la. Damos importância apenas ao vício do que os outros pensam em uma doente existência completa, deturpada e letárgica de valores duvidosos, vista pelos olhos “enfumaçados”, “embaçados” ou dilatados.
Para a nossa alegria e negação, para nossa contemplação dos nossos preconceitos que insistimos em esconder.
Ao fim dessas frases, me desculpe por não ter sido breve.
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#Mœbius by Obasquiat

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Band: Obasquiat
Album: #Mœbius (2017)
Launch by Sunyatha Records – Netlabel
unlimited streaming/free download:
Sobre o álbum visto e ouvido de forma onírica e lúdica
O álbum representa uma síndrome artística e sincera e iremos chama-la de síndrome de #Mœbius que é e irá representar um distúrbio neurológico de interrupção sonora eletroacústica de ideias extremamente raro.
Decorre do desenvolvimento de enchimento acústico anormal muito intenso dos nervos e grooves cranianos, resultando na morte de várias células do cérebro que refugiam as captações sonoros do universo único e onírico que são as dos músculos e do rosto, da alma da essência e virtude e por isso possui como principal característica a perda total do pudor e bom senso crítico, social e filosófico ou parcial dos movimentos que são responsáveis pelas expressões e motricidade ocular e auditiva
Apenas sujeira propagada pelo ar, transmitido por mentes insanas ou bipolares
Um som mais orgânico a banda como um todo e a exploração de novos timbres é basicamente o que define este álbum, a proposta é mostrar novas direções, camadas acústicas e novas influências e experimentação.
Os flertes variam entre o jazz livre, o rock experimental e algo de música brasileira e noise rock.
Algumas faixas têm a participação especial de amigos, grande parte do álbum foi gerado a partir do ócio criativo, este álbum apresenta composições autorais (de conteúdo questionável)
Gravado modo rústico o álbum é uma mutável transcendência de compilações antigas e registros narcisistas que irão auto dissolver ao simples toque, então divirta-se.
#alternative#experimental#avantgarde#rock #freejazz #noise