Brasil Colonia Século XVIII e a situação do negro e os quilombolas

Em relação a algumas pesquisas e textos lidos, podemos considerar as fontes datadas do seculo XVIII, uma delas escrita em 1746 onde o então governador da capitania de Minas, Gomes Freire de Andrade alerta a coroa (portuguesa) a respeito dos negros, que se encontram em fuga, efetuando saques, considerados bárbaros e os mesmos se organizam em quilombos, onde se encontra cerca de mil negros, contando também com mulheres e crianças.
A questão citada, era que esses negros praticavam ataques as comarcas, viajantes e seus senhores, em carta a coroa também se alerta a respeito de que esses negros estão se organizando e elegendo os seus lideres.
Já em relação ao edital publicado em 1760 do governador interino da capitania de Minas, José Antônio Freyre, onde cita a crueldade praticada pelos negros insubordinados que viviam nos quilombos.
As províncias e seus senhores e colonos em situação de constante ameaça, citada pelo governador em edital pede que moradores dos respectivos distritos onde ocorre esses ataques por negros, que se unam aos capitães do mato na caça por quilombolas. Sendo que a coroa já alertada sobre o perigo que são os quilombos e os mesmos estão se organizando.
Vendo nos dois casos uma tensão entre escravos rebeldes e organizado em quilombos e de outro lado os colonos se organizando e se juntando com os capitães do mato no combate aos negros quilombolas.
Outro fator que deve ser observado é que se trata de uma sociedade escravista essa do Brasil Colonia em meados do seculo XVIII (mesmo a mão de obra e o comercio de escravos já estar se demostrando um meio inviável e de pouco lucro para o senhores de engenho) uma sociedade onde o negro, mulato e mestiço detêm todos os males da sociedade, uma sociedade complexa e ainda sem uma “identidade” definida, pois a nossa nação descende de uma miscelânea de raças e culturas (que um modo ou outro foram”forçadas” a conviverem juntas e não em pé de igualdade mas com uma divisão de classes bem simples entre senhores detentores de terras e escravos vindos da Africa ou mão de obra escrava indígena) em resumo, uma sociedade complexa onde o elemento branco colonizador, sente-se ameaçado.

eescrav26

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Preciso renovar minha fé
Pois a angustia que sinto em meu âmago… Me consome todas as noites.
Essa continua sensação de pétalas caindo
Afoga-se em um redemoinho sem luz
Agora barganho relacionamentos e peço intervenção divina de Deus
Mas onde tu estas?
Ignorando o meu clamar!
Meu corpo coça e a chagas começam a aflorar
Dessa droga que nos deteriora a cada segundo
Denunciando o meu mal estar
Já nascemos com os nossos sonhos mortos e pecados ainda não pagos
De que adianta manter-se vivo?
Se já não somos mais crianças imaculadas pelo amor
De que adianta se os finais do enredo todos já conhecem a melodia fúnebre
De que adianta viver o momento se o final é certo
E o momento tão incerto e confuso quando isso que escrevo.
Talvez seja por isso que perdemos o onírico e o lúdico, com o calejar do tempo.
Às vezes não entendemos realmente o que perdemos
A imaginação tudo mais se definha ao nada, para o nada.
Apenas o instinto perpetua as espécies
Mundo louco
Não sabemos onde estamos e para onde iremos
Mundo louco
Anestesiados pelo cloreto de potássio que nos mata cada dia aos poucos
Ainda em teu âmago essa frustrante angustia que às vezes sabemos de onde vem e às vezes não
Mudo louco.
SDC14710

Pouso Alegre (MG) “Eis que ainda existe beleza nesse mundo, basta observar”

#Mœbius by Obasquiat

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Band: Obasquiat
Album: #Mœbius (2017)
Launch by Sunyatha Records – Netlabel
unlimited streaming/free download:
Sobre o álbum visto e ouvido de forma onírica e lúdica
O álbum representa uma síndrome artística e sincera e iremos chama-la de síndrome de #Mœbius que é e irá representar um distúrbio neurológico de interrupção sonora eletroacústica de ideias extremamente raro.
Decorre do desenvolvimento de enchimento acústico anormal muito intenso dos nervos e grooves cranianos, resultando na morte de várias células do cérebro que refugiam as captações sonoros do universo único e onírico que são as dos músculos e do rosto, da alma da essência e virtude e por isso possui como principal característica a perda total do pudor e bom senso crítico, social e filosófico ou parcial dos movimentos que são responsáveis pelas expressões e motricidade ocular e auditiva
Apenas sujeira propagada pelo ar, transmitido por mentes insanas ou bipolares
Um som mais orgânico a banda como um todo e a exploração de novos timbres é basicamente o que define este álbum, a proposta é mostrar novas direções, camadas acústicas e novas influências e experimentação.
Os flertes variam entre o jazz livre, o rock experimental e algo de música brasileira e noise rock.
Algumas faixas têm a participação especial de amigos, grande parte do álbum foi gerado a partir do ócio criativo, este álbum apresenta composições autorais (de conteúdo questionável)
Gravado modo rústico o álbum é uma mutável transcendência de compilações antigas e registros narcisistas que irão auto dissolver ao simples toque, então divirta-se.
#alternative#experimental#avantgarde#rock #freejazz #noise

 

The future is black past and present also – Ep by Obasquiat

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https://bandcamp.com/EmbeddedPlayer/album=1565523346/size=large/bgcol=ffffff/linkcol=0687f5/tracklist=false/artwork=small/transparent=true/

Na data 13 de maio mas não de 1888 mas sim de 2016 não venho citar a “abolição” (ou coisa para inglês ver) mas sim fazer a exaltação da etnia sem se vitimizar mas com orgulho entrego-lhes esse meu manifesto artístico baseado no conceito do afrofuturismo e a toda cultura nossa que de nós foi retirada heis as metáforas sonoras do futuro aqui agora ecoam no novo ep do meu projeto Obasquiat
 
“The future is black past and present also” – Ep:
 
Este EP é apenas uma amostra um “souvenir” sonoro e delinear do próximo álbum.
A base deste ep é mostrar um som mais orgânico da banda como um todo, fugindo da ideia de trabalhar as “colagens” sonoras
Apesar de ser um trabalho recente e com novos sabores, este ep é um traço da identidade da banda, mostrando um lado com mais referências de rock alternativo e do jazz, poesia e música Africana.
A proposta do álbum é ter mais contato e trabalhar mais os conceitos do Afrofuturismo um, resgate da cultura negra ancestral, não é um retrocesso mas sim a busca pela verdade e valorização, auto afirmação do negro e toda a sua cultura, arte e musica tudo isso utilizando de elementos futuristas, pois no álbum a concertos com sintetizadores e novas tecnologias a busca pela modernidade sonora através da ancestralidade da identidade do povo negro, desmistificada e agregando o seu real valor
Este trabalho esta mais focado e menos espontâneo, com a participação de alguns músicos e com a introdução de novos instrumentos e ideias
Um novo ciclo está se formando, criando e buscando novos sons e experiências, assim este extended play (EP) deve ser considerado o primeiro passo do novo ciclo que esta se formando.
Com boas vibrações Saúdo-vos com essas metáforas sonoras de nossas vidas, todos são bem-vindos e divirtam-se tanto o quanto possível!
Sente-se, fique a vontade, compartilhe sempre o amor ao próximo.