“No final nos tornamos as coisas que mais odiamos”

Heis que ao termino dessas frases e desta existência, vemos que algumas coisas fazem e outras não fazem sentido.
Pois estamos nos perdendo de nossos sonhos
Desencadeio em palavras o que ainda restam deles, esses sonhos que são como crianças que inspiram inocência. Porque no final nos tornamos as coisas que mais odiamos!
Apenas botando as ideias em dia.
Esse pensamento fragmentado excita ao desafio
A fio segue esse raciocínio: “Onde todos foram parar?”.
A traição a sua traição, ainda atrai tormentos… inoportunos de sofrimento
E assim continuamos na mesma falando línguas estranhas com pesados sotaques de algo que ainda não entendo, compreendo.
Com um dedo, ideias sujas a sodomia da inteligência e do comportamento
Para seguir em frente, nesse contra fluxo incessante que é existir e vivenciar
O faquir que paira corta a carne que sangra… Nesse insano despertar
A paranoia é apenas mais uma doença, que vem desse lacrimejar que escorre.
A rotina atrás de algo pode causar uma náusea.
Mas a pura ânsia de criatividade esporrou esse feito que é a vida
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Jogados nesse imenso caos coletivo que é o Universo
Um Universo onde nada faria sentido ou tudo faria sentido, tudo acontece de forma aleatória e não temos nenhuma influência sobre os acontecimentos e fatos em nossas vidas, rotinas e destinos, um lugar onde a participação individual é nula, apenas o coletivo amórfico é o que nos impulsiona a seguir ladeira a baixo, um lugar onde sonhos parecem não existir e vivendo em um estado burocrático eterno onde somos apenas números, peças e ferramentas descartáveis. E nesse raciocínio e observação niilista geral dos fatos ao final e de forma sincera nos tornamos as coisas que mais odiamos.
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Caótico mas mesmo assim ainda temos as estribeiras atreladas a esperança
Ainda não ti odeio mas precisamos de um tempo…
Tu ainda vives, ainda respiras
Anjos e demônios não possuem bocas assim anestesio aos sentimentos
O ódio excita contendas, mas o amor cobre todas as transgressões.
 
Marco Antônio
 
(“No final nos tornamos as coisas que mais odiamos” escrito originalmente em 25 de janeiro de 2017 – São Paulo)
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