“Sente no amago o ímpeto de encarar o mundo”

As vezes penso, por que esse pesar, porque ainda me importo
As minhas entranhas borbulham algo que eu nem sei de onde…
Mais pesado que uma flor, mais denso do que tu pensas de mim, receba de mim
A cabeça perdida, milhões de devaneios bons e ruins, gentileza, sutileza atitudes pouco usadas, ousado com furor fétido, exótico que escorre em arrogância pois mudamos, mas foda-se o que os outros acham, acharão ou podem achar…Assim como o rio seguimos o fluxo dos descontentes e desorientados da mesma forma como sempre fomos.
De humano que me considero as vezes só queria contato
Me desculpe pelo incomodo.
Meu estomago dói, porque está carregado desta droga que ainda insiste em pairar no ar (fétido) que respiro, inspiro e transpiro exalando esse cheiro que impregna na pele profundamente tem sabor amargo, metálico, zinco, carboidrato, sujo eis me aqui a cuspir o sangue sem ao menos saber se o amor realmente existe, sem saber qual o sentido disso tudo e da vida que tanto e tantas vezes recusamos senti-la. Damos importância apenas ao vício do que os outros pensam em uma doente existência completa, deturpada e letárgica de valores duvidosos, vista pelos olhos “enfumaçados”, “embaçados” ou dilatados.
Para a nossa alegria e negação, para nossa contemplação dos nossos preconceitos que insistimos em esconder.
Ao fim dessas frases, me desculpe por não ter sido breve.
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Declínio, queda e derrota, dessa forma saboto a vida
Delírio, melancolia é depressão a angustia é a doença moderna do coração
Ao adentrar neste antro deixo para o lado de fora todas e tudo aquilo que poderia ser chamado de esperança, a sincera dúvida de que encontraremos alguém ou algo interessante nesse recito, boa sorte a todos nós e apertem os cintos!
O fio invisível que nos conectava se rompeu de forma drástica e sem retorno
Apenas um corpo inerte e sem expressão que balbucia como um bárbaro por ser diferente
Não importa o quando perguntem, pois nunca irão entender ou querer compreender
Então o que a de errado entre eu e você?
Como sempre mantenha-se no lugar, mantenha o corpo ereto e siga em frente.
Pensador, subversivo, filosofo de boteco.
Não conteste nada, apenas advirta consigo mesmo, para onde vamos?
Totalmente desenfreados e sem olhar para trás… Enquanto sujam nosso nome.