Expressão sincera sobre a lei espiritual do Dharma ou lei do propósito de vida

Sempre tive (ainda tenho) essa frustração e essa “necessidade” de ser algo ter algumas poses, casar, ter filhos, comprar um carro ter um trabalho decente e ser bem visto socialmente.
Acreditamos durante muito tempo nessas coisas intrínsecas ainda mais agora em épocas confusas em nossa sociedade pós moderna, em minha medíocre existência sempre fui um desajustado social e nunca conseguia me encaixar em algum grupo ou lugar em que eu estava, mas revendo tudo de relance e reanalisando a minha pobre infância (e boa parte da vida adulta) pois o que sinto nesse exato momento é que, temos algo muito maior para realizar e nada nessa existência é por acaso, coisas boas e ruins sempre irão nos atentar mas elas fazem parte desse processo que é o crescimento, amadurecimento creio que tudo tenha um sentindo (poético ou não) e cada um tem sua missão, algo espiritual/religioso que fara algum sentindo para nossa existência plena hoje, agora ou mais tarde… cada sintoma, seja ele de melancolia de alegria ou momentos de profunda tristeza devemos agradecer pois estamos tendo o privilégio de trabalhar e expor essas emoções e mágoas que falam e ficam guardadas por muito tempo dentro do nosso ser, portanto agradeça por poder senti-las e expressa-las, por poder expurga-las e jorrar para fora, pois são crescimento espiritual, situações de autoconhecimento e desenvolvimento de si mesmo e isso faz bem!
As vezes vemos beleza na dor.
As vezes passamos tempo demais planejando o impossível.
Às vezes esquecemos o por que e como vivemos, pois, cada desejo e cada pensamento é uma oração.
Portando pense e deseje sempre o melhor.
Gratidão!
Paz, Amor e Empatia. ❤
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“Apenas contemplando a beleza que nos cerca”/Orquídeas alem de belas também são todas as plantas que compõem a família Orchidaceae, pertencente à ordem Asparagales, uma das maiores famílias de plantas existentes.

 

 

“Sunyatha”

Como o costumeiro entorpecer das segundas-feiras fétidas, aromáticas…
Deslizo o cálice, sobre seus braços, minguados e latejantes incessantes de sensações oníricas, sensações essas que não se reproduzem mais, não proliferam em teu ser, morreram ao entardecer.
A alma ensebada, o tempo que passa, as pessoas que mudam, todo esse retrocesso louco que é o amadurecimento e viver, pois, necessitamos andar sobre nossas próprias pernas e seguir em frente por mais doloroso que possa ser….
E assim a sensação de dentes caindo o equilibro em desequilíbrio dos chacras é uma constante corriqueira, nesse plano terrestre e carnal.
O tempo muda, faz parte do processo que as vezes a melhor escolha é se afastar, deixa-lo fluir.
Como meu sangue que começa a escorrer, junto desse poema que começo a tecer, cada molécula, osso, músculo, membro, órgão do meu corpo nesse exato momento está sofrendo em dores…Porque “A hora da partida chegou, e seguimos nossos caminhos: eu para morrer, e você para viver. O que é melhor só Deus sabe”

Banda: Chademolusco+Obasquiat
Musica: “Sunyatha”
Álbum: “Unreleased track”
Duração: 1’56”
Data: 17/Julho/2017

Jeferson Peres: viola,violão, bateria e captação de áudio
Marco Antonio: violoncelo, escaleta, mixagem, filmagem edição de imagens
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Este áudio faz parte da coleção Sunyatha Records – Netlabel:
https://various18.bandcamp.com/

Bandcamp:
https://obasquiatofficial.bandcamp.com/

Youtube:
https://www.youtube.com/channel/UC1Z5…

Solfejos:
https://lupatica.wordpress.com/

Soundclound:
https://soundcloud.com/chademolusco

Facebook:
https://www.facebook.com/chademolusco…

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Sunyata é um termo utilizado principalmente no budismo Mahayana, e tem o significado de vazio, reúne outras principais doutrinas budistas, particularmente anatta e pratītyasamutpāda. Referencia uma natureza sem distinções e dualidades.
O Shunyata, de acordo ao budismo, é um estado de iluminação, um momento em que o ser se encontra numa espécie de vácuo, e sua consciência se encontra além do nível mental, emocional, físico e energético, isto é, não pensa, não se emociona, não se movimenta fisicamente e nem perde ou ganha energia.
O Cristianismo o define como um estado de experiência divina ou contado com a divindade, e o define como sendo um estado de Êxtase.
Este estado é tratado pelas religiões orientais como sendo muito especial, algumas inclusive, afirmam que é o objetivo máximo da religião em si, isto é, alcançar e realizar tal estado pelo menos uma única vez em vida. Isso porque, segundo o budismo (tibetano, mahayana e outros), quando o ser alcança tal estado através da prática de meditação, sua consciência se expande enormemente, intuindo sua verdadeira identidade, natureza e lugar no cosmos.
É através de tal prática que o ser responde a terrível questão “Quem Sou?” ou “O que estou fazendo aqui?” e assim, a consciência se descobre, se vê, do interior para o exterior, sem nenhum apoio físico.
O budismo afirma categoricamente que o “Eu”, “Ego” ou “Self”, que são as noções ou formas da psicologia explicar nossa identidade, não são capazes de experimentar o Shunyata, tendo em vista que para chegar a tal estado, é necessário abandonar todo e qualquer senso de identidade própria, de auto-senso pessoal. Isso porque nossos sensos de identidade pessoal carregam memórias, crenças, pensamentos, ideias e conceitos, que nos impedem de “ver” o que apenas a consciência é capaz de ver, livre de pensamentos, livre de emoções, livre de correntes. E assim, experimentar a verdade, sem a interferência de nossas ideias e/ou crenças pessoais.
Outras religiões ou tradições religiosas como o Zen, Hinduísmo e também o Cristianismo, conhecem o Shunyata, mas talvez usem palavras diferentes, como Sunjata, Sunyata, Êxtase, Dhyana, Gnana, Shamadhi, Samadi, Satori e etc., são grafias semelhantes para a mesma palavra nas tradições religiosas orientais e descrevem a mesma experiência.

Manuscrito de um olhar de peixe.
Sem mãos para tocar sinestesicamente o outro
Sem um coração parar amar platonicamente
Sem respostas nem perguntas apenas uma espessa interrogação em teus sentidos
Maciço narcisismo hereditário e hedonista
Que me consome durante anos
Entre uma febre e outra de vontades
A alma se imunda de desejo
Disléxico e santificado ainda se mantendo em terra
Um simples tormento físico, causa da embriagues precoce

Sem foto

Com tão pouco que temos
Do que queremos tirar vantagens?
O processo já está em andamento de parto.
Cigarros esfumaçados que se definham aos poucos e somem…
Desligue se desse odor fétido
Às vezes as letras não são o suficiente para nos embriagarmos, dentro de um quarto de hora sem ar condicionado e janelas.
O crime é um protesto contra a anormalidade do regime social
Com tão pouco que temos
Poder manifestar-se sã em ambiente insano
Para atender as necessidades
Em que vidas alheias se afogam em dilúvio
Plena calmaria em prantos torrenciais.

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Rejeição…

A todo momento ou em algum momento nesse piscar de existência passamos pela rejeição uma sensação incomparável, uma das dores mais profundas que a experiência da vida pode nos ocasionar.
Da rejeição se constrói no amago, se desconstrói em raiva, melancolia, indubitavelmente se separa a alma do coração.
De um amor que seria infinito, que apenas se desmancha e desagua em lagrimas profundas proporcionadas pelo abandono.
Abandono da vontade, da essência e dos prazeres, pois clamo para essa dor cessar, essa cicatriz se fechar e um dia se curar…
Sem dizer uma palavra, sem olhar para mim…. Seguimos com nossas rotinas medíocres que nada dizem a nosso respeito, apenas mais uma dose da substancia perniciosa que nos deixa aparentemente mais felizes, uma dopamina engarrafada ou em doses homeopáticas do veneno letárgico da alma pungente.
O abandono provoca dor viva, aguda, penetrante, cáustica; lancinante.
Em todo esse processo apenas vemos ruinas e a queda.
Que moral vemos em tudo isso a não ser um retrocesso humano
Por mais vazio que tudo possa ser nesse momento
Não estamos isentos ou neutros nesse mundano alucinado de experiências e expectativas que criamos ao decorrer dos anos e do fatigado e fragmentado caminhar que é a vida
E enquanto enrolamos a corda em nossos pescoços, tudo se declina, tudo se inverte, tudo se esvanece…
Como querem ver as coisas daqui para frente?
Porque o coração não palpita mais, apenas bombeia o sangue e nos mantem vivos, em estado de alerta, euforia e nostalgia, pois como disse, não somos neutros nem isentos apenas somos humanos e sentimos.
Recessos e retrocessos para quem se afunda na lama cada dia, cada momento mais um pouco
Esse casulo do passado que ti prende precisa ser quebrado
Temos de nascer/renascer varias e outras vezes, pois assim como o fogo não somos os mesmos a cada segundo que escorre da ampulheta do tempo.
Um corpo inerte, frágil, flácido
Que não esboça mais reações, sem vida, a não existência e presença
Físico, material inanimado, metafisico
De onde vem para o nada de infinitos voltara
A sete palmos descanse…. Não pense, não sinta
Infinitos Eu’s de mim olhando para eu mesmo
A eterna duvida do desconhecido e duvidoso
Onde não existe a certeza o humano se retrai
A dúvida nunca conforta ou consola
Minha dose de surrealismo está entregue
Assim como um sonho que se manifesta como tormento noturno
Nascido sem cadeias, aprisionado pelo feitiço do amor
Ao fim desse desabafo, encerro a minha oração…
Banda: Obasquiat
Musica: “Sadness”
Duração: 0’47”
Data: 23/junho/2017
 
Marco Antônio: violoncelo,mixagem,filmagem e edição.

“Fragile Eggshell”

“E assim esporrou sinceras verdades
O acido deliberado que corre em seu cérebro corrompe certas virtudes que ainda preserva
Ainda lhe persiste a sensação de que tudo vai ruir
E assim vive… Vendo tudo através de um a cortina de fumaça
E essa melodia torta que insiste em soar em seus ouvidos, anuncia
que todos estão mortos, e assim permanecerão.
Perpetua e penetra certas alucinações embriagadas, que distorcem a realidade”.
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Música composta a partir de colagens sonoras de músicos do Brasil, Indonésia e França
 
(Obasquiat+Artmosf+Jesus Cremoso+Götterdämmerung Jr+Romulo Alexis)
 
Track originalmente lançada em 25/Fevereiro/2015
Gravadora: Sunyatha Records – Netlabel
Streaming/Download “Psychoacoustics” (full álbum):
 
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Artmosf (Indonésia):
 
Obasquiat (Brasil):
 
Jesus Cremoso (Brasil):
 
Götterdämmerung-Jr (França):
 
Romulo Alexis (Brasil):
 
Imagens com referência de Jack Torrance youtube channel:
 
Texto inicial originalmente escrito por Marco Antonio.

As pétalas que escrevi seu nome afundaram-se no mar
O mesmo mar de abismos que é minha alma… De onde jamais resgatei nada, por isso desisto de ti, por não conseguir ti resgatar e deixar se afogar
Por não se dar ao perdão de sentir algo por nós mesmos
Por insano que me aches, desbocadamente louco vou seguir.
Pela vontade que tenho… O que podes tirar de mim?
Fora esse desespero angustiante… Essa frustração que é a existência
Que apenas me mata de forma lenta e dolorosa.
O ódio deveria ser algo execrável …Mas às vezes é necessário senti-lo, como uma cebola cortada que nos faz chorar lágrimas de lamento e incertezas
Pois não somos mais os mesmos…
E já se faz um bom tempo
Estamos nos perdendo de nossos sonhos, pois é o que eu sinto.
Desencadeio em palavras o que ainda resta deles, esses sonhos que são como crianças que inspiram inocência.
Porque no final nos tornamos as coisas que odiamos!
Para os males ela esta ai, eu posso tocar a sua voz de notas cintilantes.
Não diga como é seu semblante… Todos já sabem disso
São como os maravilhosos ácaros que se movem e nos devoram, nesse despertar rotineiro.
E nessas ultimas frases, me despeço de você, Adeus.
blg

“Já não nos reconhecemos, não somos mais os mesmo e também não sabemos quem somos… O infinito rodapé.”

Preciso renovar minha fé
Pois a angustia que sinto em meu âmago… Me consome todas as noites.
Essa continua sensação de pétalas caindo
Afoga-se em um redemoinho sem luz
Agora barganho relacionamentos e peço intervenção divina de Deus
Mas onde tu estas?
Ignorando o meu clamar!
Meu corpo coça e a chagas começam a aflorar
Dessa droga que nos deteriora a cada segundo
Denunciando o meu mal estar
Já nascemos com os nossos sonhos mortos e pecados ainda não pagos
De que adianta manter-se vivo?
Se já não somos mais crianças imaculadas pelo amor
De que adianta se os finais do enredo todos já conhecem a melodia fúnebre
De que adianta viver o momento se o final é certo
E o momento tão incerto e confuso quando isso que escrevo.
Talvez seja por isso que perdemos o onírico e o lúdico, com o calejar do tempo.
Às vezes não entendemos realmente o que perdemos
A imaginação tudo mais se definha ao nada, para o nada.
Apenas o instinto perpetua as espécies
Mundo louco
Não sabemos onde estamos e para onde iremos
Mundo louco
Anestesiados pelo cloreto de potássio que nos mata cada dia aos poucos
Ainda em teu âmago essa frustrante angustia que às vezes sabemos de onde vem e às vezes não
Mudo louco.
SDC14710

Pouso Alegre (MG) “Eis que ainda existe beleza nesse mundo, basta observar”

Pentagrama Anagrama

No que está pensando…
Jazz, sexo, bitucas de cigarro, trips filosóficas, beatnik, praticar o desapego
Confesso que não pedi para nascer…. Pois sempre quis ser invisível, por não conseguir suprir as próprias vontades
A minha sentença está assinada
Sempre procurando por companhia e aprovação
Mas por algum motivo se satisfaz com a solitude, exclusão.
A música exorciza a minha dor
O ruído transparece a minha essência
O vazio não irá me consumir…. Pois este aqui sou eu em carne que sangra e ossos que quebram
Um pedaço do cosmos interior encarnado em cinco pontas.
Eis me aqui no exercício do raciocínio logico
Das entranhas da minha perturbada imaginação…
E sim não sabemos de nada só temos vontades e frustrações
Que som é esse?
Não entendemos as coisas que estão acontecendo com a gente *(conflitos internos) e não entendemos o mundo a nossa volta, que para mim é caótico e sem sentido e belo ao mesmo todo, uma loucura só.
dei

“Sente no amago o ímpeto de encarar o mundo”

As vezes penso, por que esse pesar, porque ainda me importo
As minhas entranhas borbulham algo que eu nem sei de onde…
Mais pesado que uma flor, mais denso do que tu pensas de mim, receba de mim
A cabeça perdida, milhões de devaneios bons e ruins, gentileza, sutileza atitudes pouco usadas, ousado com furor fétido, exótico que escorre em arrogância pois mudamos, mas foda-se o que os outros acham, acharão ou podem achar…Assim como o rio seguimos o fluxo dos descontentes e desorientados da mesma forma como sempre fomos.
De humano que me considero as vezes só queria contato
Me desculpe pelo incomodo.
Meu estomago dói, porque está carregado desta droga que ainda insiste em pairar no ar (fétido) que respiro, inspiro e transpiro exalando esse cheiro que impregna na pele profundamente tem sabor amargo, metálico, zinco, carboidrato, sujo eis me aqui a cuspir o sangue sem ao menos saber se o amor realmente existe, sem saber qual o sentido disso tudo e da vida que tanto e tantas vezes recusamos senti-la. Damos importância apenas ao vício do que os outros pensam em uma doente existência completa, deturpada e letárgica de valores duvidosos, vista pelos olhos “enfumaçados”, “embaçados” ou dilatados.
Para a nossa alegria e negação, para nossa contemplação dos nossos preconceitos que insistimos em esconder.
Ao fim dessas frases, me desculpe por não ter sido breve.
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