Sem titulo…

Podemos classificar como psicodélico/assustador ou apenas um retrato sufocante da realidade interna de pessoas perturbadas com essa vida caótica que nos cerca, mas também podemos abordar o tema do suicídio o ser que não consegue alcançar suas ânsias, satisfazer suas vontades ( de realização de vida plena).
A vida o que pode ser ela? a vida é por si só uma dadiva! E não a motivos ou  justificativas para alguém simplesmente se abandonar de sua existência, encerrar com ela, frustrações fazem parte e só dessa forma passeando por desventuras que encontramos o despertar espiritual ou algo que podemos chamar de o nosso verdadeiro chamado.
As vezes  temos essa ideia fixa que mais é uma confusão mental em que vivemos e não entendemos nada, não assimilamos e não anexamos nada uma completa cegueira mundana entoxicada por substancias sintéticas que nos arrastam para escuridão e cinzas nos impossibilitando de enxergar e buscar a iluminação.

 

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Expressão sincera sobre a lei espiritual do Dharma ou lei do propósito de vida

Sempre tive (ainda tenho) essa frustração e essa “necessidade” de ser algo ter algumas poses, casar, ter filhos, comprar um carro ter um trabalho decente e ser bem visto socialmente.
Acreditamos durante muito tempo nessas coisas intrínsecas ainda mais agora em épocas confusas em nossa sociedade pós moderna, em minha medíocre existência sempre fui um desajustado social e nunca conseguia me encaixar em algum grupo ou lugar em que eu estava, mas revendo tudo de relance e reanalisando a minha pobre infância (e boa parte da vida adulta) pois o que sinto nesse exato momento é que, temos algo muito maior para realizar e nada nessa existência é por acaso, coisas boas e ruins sempre irão nos atentar mas elas fazem parte desse processo que é o crescimento, amadurecimento creio que tudo tenha um sentindo (poético ou não) e cada um tem sua missão, algo espiritual/religioso que fara algum sentindo para nossa existência plena hoje, agora ou mais tarde… cada sintoma, seja ele de melancolia de alegria ou momentos de profunda tristeza devemos agradecer pois estamos tendo o privilégio de trabalhar e expor essas emoções e mágoas que falam e ficam guardadas por muito tempo dentro do nosso ser, portanto agradeça por poder senti-las e expressa-las, por poder expurga-las e jorrar para fora, pois são crescimento espiritual, situações de autoconhecimento e desenvolvimento de si mesmo e isso faz bem!
As vezes vemos beleza na dor.
As vezes passamos tempo demais planejando o impossível.
Às vezes esquecemos o por que e como vivemos, pois, cada desejo e cada pensamento é uma oração.
Portando pense e deseje sempre o melhor.
Gratidão!
Paz, Amor e Empatia. ❤
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“Apenas contemplando a beleza que nos cerca”/Orquídeas alem de belas também são todas as plantas que compõem a família Orchidaceae, pertencente à ordem Asparagales, uma das maiores famílias de plantas existentes.

 

 

“Sunyatha”

Como o costumeiro entorpecer das segundas-feiras fétidas, aromáticas…
Deslizo o cálice, sobre seus braços, minguados e latejantes incessantes de sensações oníricas, sensações essas que não se reproduzem mais, não proliferam em teu ser, morreram ao entardecer.
A alma ensebada, o tempo que passa, as pessoas que mudam, todo esse retrocesso louco que é o amadurecimento e viver, pois, necessitamos andar sobre nossas próprias pernas e seguir em frente por mais doloroso que possa ser….
E assim a sensação de dentes caindo o equilibro em desequilíbrio dos chacras é uma constante corriqueira, nesse plano terrestre e carnal.
O tempo muda, faz parte do processo que as vezes a melhor escolha é se afastar, deixa-lo fluir.
Como meu sangue que começa a escorrer, junto desse poema que começo a tecer, cada molécula, osso, músculo, membro, órgão do meu corpo nesse exato momento está sofrendo em dores…Porque “A hora da partida chegou, e seguimos nossos caminhos: eu para morrer, e você para viver. O que é melhor só Deus sabe”

Banda: Chademolusco+Obasquiat
Musica: “Sunyatha”
Álbum: “Unreleased track”
Duração: 1’56”
Data: 17/Julho/2017

Jeferson Peres: viola,violão, bateria e captação de áudio
Marco Antonio: violoncelo, escaleta, mixagem, filmagem edição de imagens
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Este áudio faz parte da coleção Sunyatha Records – Netlabel:
https://various18.bandcamp.com/

Bandcamp:
https://obasquiatofficial.bandcamp.com/

Youtube:
https://www.youtube.com/channel/UC1Z5…

Solfejos:
https://lupatica.wordpress.com/

Soundclound:
https://soundcloud.com/chademolusco

Facebook:
https://www.facebook.com/chademolusco…

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Sunyata é um termo utilizado principalmente no budismo Mahayana, e tem o significado de vazio, reúne outras principais doutrinas budistas, particularmente anatta e pratītyasamutpāda. Referencia uma natureza sem distinções e dualidades.
O Shunyata, de acordo ao budismo, é um estado de iluminação, um momento em que o ser se encontra numa espécie de vácuo, e sua consciência se encontra além do nível mental, emocional, físico e energético, isto é, não pensa, não se emociona, não se movimenta fisicamente e nem perde ou ganha energia.
O Cristianismo o define como um estado de experiência divina ou contado com a divindade, e o define como sendo um estado de Êxtase.
Este estado é tratado pelas religiões orientais como sendo muito especial, algumas inclusive, afirmam que é o objetivo máximo da religião em si, isto é, alcançar e realizar tal estado pelo menos uma única vez em vida. Isso porque, segundo o budismo (tibetano, mahayana e outros), quando o ser alcança tal estado através da prática de meditação, sua consciência se expande enormemente, intuindo sua verdadeira identidade, natureza e lugar no cosmos.
É através de tal prática que o ser responde a terrível questão “Quem Sou?” ou “O que estou fazendo aqui?” e assim, a consciência se descobre, se vê, do interior para o exterior, sem nenhum apoio físico.
O budismo afirma categoricamente que o “Eu”, “Ego” ou “Self”, que são as noções ou formas da psicologia explicar nossa identidade, não são capazes de experimentar o Shunyata, tendo em vista que para chegar a tal estado, é necessário abandonar todo e qualquer senso de identidade própria, de auto-senso pessoal. Isso porque nossos sensos de identidade pessoal carregam memórias, crenças, pensamentos, ideias e conceitos, que nos impedem de “ver” o que apenas a consciência é capaz de ver, livre de pensamentos, livre de emoções, livre de correntes. E assim, experimentar a verdade, sem a interferência de nossas ideias e/ou crenças pessoais.
Outras religiões ou tradições religiosas como o Zen, Hinduísmo e também o Cristianismo, conhecem o Shunyata, mas talvez usem palavras diferentes, como Sunjata, Sunyata, Êxtase, Dhyana, Gnana, Shamadhi, Samadi, Satori e etc., são grafias semelhantes para a mesma palavra nas tradições religiosas orientais e descrevem a mesma experiência.

Carta ao Pai

Pai cansei de brigar com você.
Eu desisto de você!
Qual é o problema da sua e da minha existência?
Onde você está?
Para onde estou indo?
Por isso desisto de você!
Por não responder
Não comparecer.
Foi esse meu egoísmo, que me afastou de você
Foi esse meu Hedonismo.
Apenas tenho a dor de não sentir
Olhos fatigados de tentar enxergar.
Qual o sentido dessa efêmera dádiva?
Esse lamento que derramo em palavras
É a procura por redenção.
A vontade se exauriu, a esperança se extinguiu
Em um verso embriagado.
10 (2)

Deus é uma metáfora.

Manuscrito de um olhar de peixe.
Sem mãos para tocar sinestesicamente o outro
Sem um coração parar amar platonicamente
Sem respostas nem perguntas apenas uma espessa interrogação em teus sentidos
Maciço narcisismo hereditário e hedonista
Que me consome durante anos
Entre uma febre e outra de vontades
A alma se imunda de desejo
Disléxico e santificado ainda se mantendo em terra
Um simples tormento físico, causa da embriagues precoce

Sem foto

Com tão pouco que temos
Do que queremos tirar vantagens?
O processo já está em andamento de parto.
Cigarros esfumaçados que se definham aos poucos e somem…
Desligue se desse odor fétido
Às vezes as letras não são o suficiente para nos embriagarmos, dentro de um quarto de hora sem ar condicionado e janelas.
O crime é um protesto contra a anormalidade do regime social
Com tão pouco que temos
Poder manifestar-se sã em ambiente insano
Para atender as necessidades
Em que vidas alheias se afogam em dilúvio
Plena calmaria em prantos torrenciais.

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Brasil Colonia Século XVIII e a situação do negro e os quilombolas

Em relação a algumas pesquisas e textos lidos, podemos considerar as fontes datadas do seculo XVIII, uma delas escrita em 1746 onde o então governador da capitania de Minas, Gomes Freire de Andrade alerta a coroa (portuguesa) a respeito dos negros, que se encontram em fuga, efetuando saques, considerados bárbaros e os mesmos se organizam em quilombos, onde se encontra cerca de mil negros, contando também com mulheres e crianças.
A questão citada, era que esses negros praticavam ataques as comarcas, viajantes e seus senhores, em carta a coroa também se alerta a respeito de que esses negros estão se organizando e elegendo os seus lideres.
Já em relação ao edital publicado em 1760 do governador interino da capitania de Minas, José Antônio Freyre, onde cita a crueldade praticada pelos negros insubordinados que viviam nos quilombos.
As províncias e seus senhores e colonos em situação de constante ameaça, citada pelo governador em edital pede que moradores dos respectivos distritos onde ocorre esses ataques por negros, que se unam aos capitães do mato na caça por quilombolas. Sendo que a coroa já alertada sobre o perigo que são os quilombos e os mesmos estão se organizando.
Vendo nos dois casos uma tensão entre escravos rebeldes e organizado em quilombos e de outro lado os colonos se organizando e se juntando com os capitães do mato no combate aos negros quilombolas.
Outro fator que deve ser observado é que se trata de uma sociedade escravista essa do Brasil Colonia em meados do seculo XVIII (mesmo a mão de obra e o comercio de escravos já estar se demostrando um meio inviável e de pouco lucro para o senhores de engenho) uma sociedade onde o negro, mulato e mestiço detêm todos os males da sociedade, uma sociedade complexa e ainda sem uma “identidade” definida, pois a nossa nação descende de uma miscelânea de raças e culturas (que um modo ou outro foram”forçadas” a conviverem juntas e não em pé de igualdade mas com uma divisão de classes bem simples entre senhores detentores de terras e escravos vindos da Africa ou mão de obra escrava indígena) em resumo, uma sociedade complexa onde o elemento branco colonizador, sente-se ameaçado.

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